RESENHAS CINEMATOGRÁFICAS | BLOGS PARCEIROS

by - abril 13, 2018

Olá, queridos leitores!


Hoje teremos uma pontadinha de nostalgia aqui no blog. Venham conferir as resenhas que eu e a minha querida parceira Anne trouxemos para vocês!


Princesa Mononoke

A história passa-se no Japão Feudal, onde Ashitaka vive, na Vila de Emishi. Uma pequena vila rural, que busca manter o contato com a natureza.
Logo no início da história, essa vila é atacada por um imenso javali possuído por um espírito maligno, chamado Tatari Gami - ou “Deus da Maldição”.O javali gigante, descobre ser uma espécie de deus-protetor da floresta, que foi ferido por uma bala disparada por uma arma de fogo. Durante o embate com o deus-javali, Ashitaka acaba ficando com um ferimento no braço, o que os anciãos dizem ser uma maldição. Então, o protagonista é exilado da vila e vai à procura do autor do disparo.
Durante a jornada, Ashitaka percebe que o ferimento acaba lhe concedendo uma habilidade especial: os seus disparos com o arco e flecha são mortais, podendo decepar cabeças e braços. Mais tarde, ele descobre uma imensa fortaleza contendo pessoas que produzem armas de fogo. Estes são liderados por Eboshi, uma mulher obcecada em acabar com os espíritos da floresta que atrapalham o desenvolvimento de sua cidade. Eboshi, precisa lidar com os enviados do Imperador que vendo a fraqueza da vila após os repetidos combates contra os espíritos da floresta, desejam toma-la. No meio disso tudo, está uma menina que foi criada por lobos gigantes da floresta que Eboshi chama de Princesa Mononoke (San).
A mensagem passada na animação é bem pessimista. Mesmo após Ashitaka ter se entendido com San e a cidade ter sofrido toda a devastação, não vemos um "final feliz". Sim, o Andarilho das Sombras acaba reconstruindo a floresta, mas como San refere ao fim da animação, esta é uma floresta não mais guardada pelos espíritos. Ela foi tão poluída pelos homens, que perdeu o seu brilho antigo. Os deuses antigos se retiram e partem para outro lugar. É mais ou menos como o final de Pom Poko onde estes precisam se ajustar às novas condições, mesmo que estas sejam indignas. Os homens tentam sem sucesso viver harmoniosamente com a floresta. A opinião dos espíritos-macaco é verdadeira: se os espíritos não retirassem os homens da equação, eles é quem teriam que sair. E foi isso o que aconteceu!


Nome Original: Mononoke Hime
Nome no Brasil: Princesa Mononoke
Ano de lançamento: 1997
Produção: Studio Ghibli
Direção: Hayao Miyazaki
Outras informações: VHS Dublado nos anos 1990, lançamento em DVD e Bluray pela Livraria Cultura e Versátil.



Jumanji.  

Bem vindo à selva. 

Quando o filme Jumanji foi lançado em 1995, muita coisa era diferente. As crianças ainda gostavam de jogos de tabuleiro, não eram tão dependentes do mundo virtual e videogames estavam começando a ficar mais interessantes com a chegada do Playstation. Eu, particularmente, amo jogos de tabuleiros, eu acredito que isso tenha tirado a essência do Jumanji, enfim, segue o baile. 

A história dessa vez conta a trama de quatro adolescentes, um mais estereotipado que o outro. Temos o nerd, a patricinha, o esportista e a desengonçada. Esses jovens vão para detenção e lá vão ter que limpar o porão da escola. É onde encontram um misterioso vídeo game antigo chamado Jumanji, então os quatro resolvem dar "play" e acabam sendo transportados para o universo do jogo assumindo a forma dos avatares que escolheram para jogar.


Só pela sinopse vimos que o filme utiliza de velhos clichês para fazer humor e funciona muito bem graças ao elenco. The Rock interpreta o nerd inseguro e está se divertindo muito nisso; Jack Black como uma patricinha metida arranca várias risadas; Kevin Hart está atuando como o Kevin Hart, ou seja engraçado e exagerado. Keren Gillan, conhecida pela Nebulosa em Guardiões da Galáxia. Ela é a que mais faz os maneirismos de uma adolescente tímida e reclusa.

Eu achei que o filme teve humor de sobra, foi o que o tornou o filme mais interessante, gostei muito, embora não tenha o mesmo brilho de seu antecessor, que tinha muito mais desafios, tem um elenco dedicado ao humor leve. Consegue agradar tantos os pequenos, quanto os barbados que vão ao cinema esperando aquela pontinha de nostalgia. Espero que tenham gostado do post de hoje, comentem, compartilhem e até a próxima.




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