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Jéssica Silva | Let it be, blog.

Literatura | Resenhas | Vida

1. Os alemães fizeram a primeira árvore de natal artificial. Elas eram feitas de penas de ganso e eram pintadas de verde.
2. O primeiro Cartão de natal era vintage e foi inventado em 1843, na Era Vitoriana.
3. "Jingle Bells" foi escrita primeiramente para o Dia de Ação de Graças e se tornou uma das mais famosas canções natalinas.
4. Canções de Natal partiram de um velho costume Inglês -chamado Wassailing (do nórdico antigo “ves Heill”) – onde vizinhos brindavam a uma vida longa e saudável.
5. Nos primeiros dias, os brinquedos e doces eram pendurados na árvore de Natal. Ao início de 1900, os presentes foram embrulhados em papel de seda branco e fita de cetim vermelho.
6. O presépio foi uma criação de São Francisco de Assis.
7. O peru de natal foi servido pela primeira vez como prato principal da ceia em 1621, durante o dia de Ação de Graças, no estado de Massachusetts, nos Estados Unidos.
8. O verde simboliza a vida e o renascimento; o vermelho representa o sangue de Jesus Cristo e o dourado referencia a luz, riqueza e realeza.
9. As bolas natalinas surgiram para substituir as maçãs que eram colocadas nas árvores de natal como enfeites.
10. O primeiro presépio foi montado por São Francisco, na cidade de Assis, Itália, no séc. XII.


Gostou? Então curte, comente e compartilhe.


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Entende-se por linguagem tudo aquilo que produz sentido e que tem uma significação para o homem e faz com que a sua comunicação seja eficaz.

Existem vários tipos de linguagem, por exemplo: cinema, pintura, escultura, língua de sinais, mímicas, sinais de trânsito, música, entre outras.

 A linguagem constitui uma das dimensões mais importantes da existência humana, pois é ela, que permite o intercâmbio das experiências e as aquisições culturais.

  Através de estudos científicos sobre o tema, o uso dos gestos é muito relacionado com as práticas de comunicação humana. Eles nos ajudariam a desenvolver melhor o pensamento. Então, essas observações apontariam para uma possibilidade de os gestos estarem na base da linguagem humana.

  É importante, portanto, enfatizarmos que a origem da linguagem está relacionada à necessidade de comunicação entre os seres humanos.

 Segue abaixo, um link de um documentário muito interessante sobre o assunto.


​https://www.youtube.com/watch?v=ZSpehz_u1WA
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Hello everyone!

 O post de hoje será sobre o filme "A Chegada" ou "Arrival". Um filme de ficção científica, baseado no conto do escritor Ted Chiang chamado "História da Sua Vida". Produzido pelo diretor Denis Villeneuve.
 Tem como personagem principal a professora de linguística Louise Banks, que é interpretada por Amy Adams.
 Na trama, ela é chamada para tentar entrar em contato com os recém-chegados aliens e tentar decifrar a sua língua. Sem intenções violentas, sem reações assustadoras, sem ataques injustificados, as naves, aparentemente pacíficas, aguardam sobre a Terra conforme o mundo entra em colapso político e econômico.
 O curioso argumento linguístico, no filme, recebe uma edição incrível, que pega o espectador pela mão e o coloca, passo a passo, dentro do raciocínio da Dra. Banks conforme ela tenta decifrar a inexplicável língua extraterrestre — que na forma falada, é uma série de ruídos e grunhidos, e na forma escrita, consiste em símbolos circulares sem começo nem fim.
 Este argumento, pode ser explicado, pela teoria linguística de Edward Sapir, um antropólogo especializado nas associações entre língua e cultura.   Para ele, a estrutura e o vocabulário de uma língua são capazes de moldar os pensamentos e percepções de seus falantes — e que, portanto, cognição e língua são inseparáveis. Uma manifestação popular dessa teoria (apesar de errônea e banalizada) é a ideia de que povos esquimós do norte do Canadá saberiam identificar variações e tipos de neve que pessoas de outros contextos culturais não poderiam, porque sua língua teria uma gama muito maior de palavras para falar de água congelada. A ideia é tentadora — afinal, soa coerente que pessoas que passam 24h por dia em contato com a neve a conheçam tão bem assim.
 Se na própria superfície do planeta há povos e línguas tão diferentes entre si, e no auge das pesquisas sobre determinismo linguístico foram encontradas evidências de que em algum grau a língua é capaz de afetar nossos pensamentos, é de se imaginar que uma língua alienígena, literalmente “de outro mundo”, tornaria a cognição dos seres que a falam muito, muito diferente da nossa.
 Um filme que gira em torno da natureza do tempo, nos força a confrontar a nossa mortalidade, as perdas,  e a incerteza do nosso destino.
 Espero que você, caro leitor, aprove a indicação de hoje!
 Assista abaixo o trailer legendado.
https://youtu.be/rNciXGzYZms
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31.10.2017

O Halloween ou Dia das Bruxas, é um festival ligado aos E.U.A, mas que é celebrado no mundo todo.

 Neste dia as crianças batem de porta em porta atrás de doces. As casas são enfeitadas com adereços "assustadores" e muitas pessoas costumam ir à festas a fantasia.

 A sua origem pouco tem a ver com o senso comum atual sobre esta festa popular.

 Então, como surgiu surgiu o Halloween? A sua raíz não vem da cultura americana, e sim do Reino Unido. O seu nome deriva de "All Hallow's Eve". 

 "Hallow" é um termo antigo para "santo", e "eve" é o mesmo que "véspera". O termo designava, até o século 16, a noite anterior ao Dia de Todos os Santos, celebrado em 1º de novembro.

 O Dia das Bruxas que conhecemos hoje, teve início entre 1500 e 1800. Mas o verdadeiro festival, teve sua origem no Festival Celta de Samhaim (termo que significa "fim do verão"). O Samhain durava cerca de 3 dias, com início no dia 31 de outubro. Segundo estudantes universitários que realizaram uma pesquisa, este festival era uma homenagem ao "rei dos mortos". Alguns estudos realizados recentemente relatam que festival tinha entre as suas maiores marcas as fogueiras e celebrava a abundância de comida após a época de colheita. O problema com esta teoria é que ela se baseia em poucas evidências além da época do ano em que os festivais eram realizados.

  A comemoração, a linguagem e o significado do festival de outubro mudavam conforme a região. Os galeses celebravam, por exemplo, o "Calan Gaeaf". Há pontos em comum entre este festival realizado no País de Gales e a celebração do Samhain, predominantemente irlandesa e escocesa, mas há muitas diferenças também.

  Em meados do século 8, o papa Gregório 3º mudou a data do Dia de Todos os Santos de 13 de maio - a data do festival romano dos mortos - para 1º de novembro, a data do Samhain

 Não se tem certeza se Gregório 3º ou seu sucessor, Gregório 4º, tornaram a celebração do Dia de Todos os Santos obrigatória na tentativa de "cristianizar" o Samhain.

 Mas, quaisquer que fossem seus motivos, a nova data para este dia fez com que a celebração cristã dos santos e de Samhain fossem unidos. Assim, tradições pagãs e cristãs acabaram se misturando.

 O Halloween chegou à América logo após 1845, onde houve um êxodo de 1 milhão de pessoas da Irlanda para os Estados Unidos, período conhecido como "A Grande Fome".

 As primeiras referências à este dia surgiram por volta de 1870, em uma revista feminina americana, que publicou uma reportagem que o descrevia como feriado "inglês".

 Foi nos Estados Unidos que surgiu a tradição moderna de "doces ou travessuras". Há indícios disso em brincadeiras medievais que usavam repolhos, mas pregar peças tornou-se um hábito nesta época do ano entre os americanos a partir dos anos 1920.

  Hoje, o Halloween é o maior feriado não cristão dos Estados Unidos. Em 2010, superou tanto o Dia dos Namorados e a Páscoa como a data em que mais se vende chocolates. Ao longo dos anos, foi "exportado" para outros países, entre eles o Brasil.

 Atualmente, o festival tem diferentes finalidades: celebra os mortos ou a época de colheita e marca o fim do verão e o início do outono no hemisfério norte. Ao mesmo tempo, vem ganhando novas formas e dado a oportunidade para que adultos brinquem com seus medos e fantasias de uma forma socialmente aceitável.

 

Happy Halloween!



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Hello everyone. Good night for all!

 Variações linguísticas são as diferenças que uma mesma língua apresenta quando é utilizada, de acordo com as condições sociais, culturais, regionais e históricas.
 Todas as variedades linguísticas são adequadas, desde que cumpram com eficiência o papel fundamental de uma língua – o de permitir a interação verbal entre as pessoas, isto é, a comunicação.
 Toda língua natural tem suas variações, ou seja, passa por constantes mudanças através do tempo, assim como a tecnologia, por exemplo.
 No Brasil, esta variedade apresenta um alto grau de diversidade, não apenas por causa da grande extensão territorial do nosso país, mas também, pela grande diferença social e econômica, que coloca o nosso país no décimo lugar do ranking de países com a pior distribuição de renda atualmente.
 Estas variações linguísticas acontecem porque o princípio fundamental da língua é a comunicação, então é compreensível que seus falantes façam rearranjos de acordo com as suas necessidades comunicativas. Contudo, todas as variações devem ser encaradas como fator de enriquecimento e cultura e não como erros ou desvios.
 Quando tratamos as variações como erro, incorremos no preconceito linguístico que associa, erroneamente, a língua ao status.
 As variações linguísticas acontecem porque vivemos em uma sociedade complexa, na qual estão inseridos diferentes grupos sociais. Alguns desses grupos tiveram acesso à educação formal, enquanto outros não tiveram muito contato com a norma culta da língua.
 A gramática é um compêndio de regras importantes para a manutenção do idioma. Imagine se não tivéssemos um manual ao qual pudéssemos consultar na ocorrência de uma dúvida? Imagine se as regras não existissem e, por esse motivo, cada falante resolvesse estabelecer suas próprias normas? Viveríamos em uma verdadeira “torre de Babel”, e nossa língua portuguesa estaria fadada ao esquecimento. Quando falamos em preconceito linguístico, não estamos propondo que os falantes rasguem a gramática, mas sim que considerem as duas modalidades do idioma: oral e escrita, assim como a existência de uma língua culta e de uma língua coloquial. Dizer que alguém “fala errado” desconsidera diversos fatores extralinguísticos, como as variações existentes em cada comunidade, cada região, cada contexto cultural.
 Portanto, nada de ficar apontando os “erros” dos outros falantes, lembre-se de que existem outros contextos culturais diferentes do seu. O brasileiro sabe sim falar português, ou, a comunicação não existiria entre nós e a nossa língua seria uma língua morta. Ninguém sairia por aí falando conforme a norma padrão (gramática): “amo-te”, e sim “te amo”. Certamente perderíamos a espontaneidade da fala, sem contar que a dinamicidade da comunicação seria prejudicada.


 Sugestão de leitura para conhecer mais sobre o assunto "Preconceito Linguístico - o que é, como se faz", de Marcos Bagno.

  " Diz-se que o 'brasileiro não sabe Português' e que 'Português é muito difícil'. Estes são alguns dos mitos que compõem um preconceito muito presente na cultura brasileira: o linguístico. Tudo por causa da confusão que se faz entre língua e gramática normativa (que não é a língua, mas só uma descrição parcial dela). Separe uma coisa da outra com estre livro, que é um achado. "
Revista Nova escola, maio de 1999.


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Hello everybody. How are you?

 Bom, estou aqui hoje para falar da importância da aquisição da língua inglesa.
 Nos dias atuais, a língua inglesa é imprescindível, a globalização faz com que ela se torne fundamental. 
 O inglês é uma língua internacional, a língua dos estudos, das viagens, dos negócios, enfim, a língua da comunicação com todo o mundo.
 Nós convivemos com uma série de palavras em inglês todos os dias. É aí que podemos perceber a importância e a influência que ela exerce em nossa cultura.
 Abaixo, alguns exemplos de palavras que usamos em nosso cotidiano:
jeans, shopping center, pet shop, lan house, pit stop, pen drive, notebook, laptop, palmtop, internet, web site, windows, word, download, big, delivery, baby, stress, look, fast food, fashion, e-mail, messenger, outdoor, hot dog, milkshake, light, hamburger, drink, happy hour, diet, light, fitness, crazy, show, rock, design.
 O inglês virou atributo essencial para a conquista da maioria das vagas de nível universitário, no mercado de trabalho.
 A língua inglesa é o idioma oficial ou segunda língua em vários países, como Jamaica, Malta, Canadá, Austrália, África do Sul, entre outros. 
O Inglês é a língua da Informática, do cinema mundial, dos desportos internacionais, da aviação, dos encontros científicos, do comércio internacional e do turismo. Tem uma função social e comunicativa. Tornou-se o veículo do intercâmbio cultural.
 Até há bem pouco tempo o inglês era um privilégio de poucos, hoje, é uma
necessidade de muitos.

  E é por isso que, convido você a conhecer o blog e também o Cambly, nosso patrocinador oficial.
 Utilizando o meu código promocional jspenglishteacher você ganha 15 minutos grátis para colocar em prática o seu inglês com falantes nativos. Que máximo, não é mesmo?
 O Cambly conta com uma grande e competente equipe de profissionais no mundo. 
 Portanto, não deixe para depois a sua oportunidade de abrir novas portas para o seu crescimento e desenvolvimento.

Link para ter acesso aos 15min free:

https://www.cambly.com/invite/jspenglishteacher
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Quem escreve?

Oi, eu sou a Jéssica, tenho 27 anos, sou graduanda em Língua Portuguesa e Literatura, graduanda em Medicina Veterinária, apaixonada por livros e filmes, escorpiana, gaúcha, gremista e mãe de um lindo menino.





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