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Jéssica Silva | Let it be, blog.

Literatura | Resenhas | Vida


Svetlana Alexiévitch

Para que possamos conhecer novos autores e novas obras, é necessário que façamos algumas buscas. Então, nada melhor do que iniciar descobrindo os importantes nomes femininos do Prêmio Nobel de Literatura. O destaque destas grandes mulheres é mais do que merecido, não é mesmo?
Ao todo, ao longo das premiações do Prêmio Nobel de Literatura 114 pessoas já receberam o prêmio, mas apenas 14 delas eram mulheres. A última à ser premiada foi a bielorrussa Svetlana Alexiévitch, no ano de 2015.
Svetlana é jornalista, nascida em Ivano-Frankivsk, Ucrânia, em 31 de maio de 1948. Suas obras falam principalmente sobre a ex-União Soviética, onde nasceu, onde também podemos encontrar diversos depoimentos de mulheres soviéticas que sobreviveram à Segunda Guerra e ao fim da URSS.
Ela é uma autora pouco conhecida e com poucos títulos traduzidos ao português. Escreve de forma crítica em relação ao seu país e à antiga União Soviética, e também em relação a situações importantes que afetam tanto a sua nação quanto a de outros países, como o Afeganistão. A sua abordagem não é exagerada e nem sensacionalista. É a voz humana sem restrições. A jornalista, vai além da crônica habitual de livros de não ficção. Por essa razão, é merecedora da premiação. É um reconhecimento pelo seu trabalho documental, onde acaba o jornalístico e inicia-se o literário.
Entre os depoimentos de mulheres soviéticas sobreviventes à Segunda Guerra, encontramos escritas sobre a catástrofe de Chernobyl, em 1986, o colapso da URSS e a ferida moral dessa sociedade através de diferentes fatos históricos.
Listo aqui, as suas principais obras: “A guerra não tem rosto de mulher”, “Vozes de Chernobyl”, “Tempo de Segunda Mão” e “O fim do homem soviético”, sobre o drama socialista.



Para os leitores brasileiros as obras listadas e as demais, podem ser encontradas no site da Saraiva.



Esta publicação fará parte do projeto Sonhando Entre Linhas, visite a página do facebook clicando aqui. Confira a minha primeira colaboração no projeto clicando aqui.


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PERSONAL SHOPPER

Maureen (Kristen Stewart) é americana e está na França tentando fazer contato com o irmão gêmeo, morto de forma prematura por uma doença no coração. Eles acreditavam que eram médiuns, no sentido espiritualista, e que quando um falecesse o outro retornaria para contato. Em contraponto, para se manter na França, Maureen é uma personal shopper, andando pelos lugares, inclusive entre países fazendo compras e buscando roupas para Kyra (Nora von Waldstätten), uma modelo famosa e arrogante. Maureen transita entre mundos, o da casa vazia do irmão morto e o efêmero da moda, e passa a borrar os limites do que vê, do que acredita e de como sua mente age sem ela perceber.
A personagem se mostra visivelmente perturbada com o transcorrer do longa. Conversa com alguém em uma rede social, onde podemos perceber este comportamento. Ela demonstra o desejo de ser como Kyra, bem como em algumas cenas enxerga vultos na casa vazia onde o seu irmão residia. Maureen vai até lá durante boa parte da história, desenha, fuma e anda pela casa.
Em Personal Shopper, o diretor francês Olivier Assayas tenta transitar entre o subjetivo, vindo de uma vontade de crença, e os truques reais de uma mente que maquia situações em seu próprio benefício. Não é um filme fácil de delimitar, do início ao fim ele brinca com as noções de gênero fílmico do espectador. Ora apresenta-se como thriller, batendo portas e delineando um espectro que flutua, ora joga mentalmente com cenas e comportamentos da protagonista. As ousadias que Assayas propõe, deixam o espectador bastante apreensivo em primeiro momento.
Kristen transita muito bem no filme e empresta um olhar que, ao mesmo tempo nos incita a acreditar em sua jornada, também como duvidamos de suas visões e crenças. Personal Shopper é o filme mais emblemático da já extensa carreira de Stewart. No filme ela é 100% dona da história. 
Personal Shopper não é um longa para ser levado em conta apenas em uma primeira impressão, deve ser encarado, assim como os fantasmas do cotidiano.
O elenco é composto por Kristen Stewart, Lars Eidinger, Sigrid Bouaziz, Anders Danielsen Lie, Nora von Waldstätten e Benjamin Biolay.
O longa foi lançado no ano de 2016, na França. Classificado como suspense, dirigido e roteirizado por Olivier Assayas. Com a produção de Charles Gillibert.



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Olá, queridos leitores!

A resenha de hoje fala sobre uma linda história originada de um livro. Vem conferir e não deixe de assistir ao trailer!


Em uma pacata cidade do litoral da Inglaterra, uma mulher viúva e recém-chegada decide abrir uma livraria, então aluga uma casa velha e úmida para dar início ao seu negócio, a “Old House”. Contudo, a sua iniciativa não é vista com bons olhos pela conservadora comunidade local, que passa a opor-se tanto à ela quanto ao seu negócio, obrigando-a a lutar pelo seu estabelecimento.
Este filme foi originado a partir do livro com o mesmo nome “A Livraria”, da autora Penelope Fitzgerald, publicado em 1978. A venda dessa obra encontra-se esgotada na Espanha.
O filme mostra, principalmente, uma relação maniqueísta, entre a viúva sem filhos Florence Green (Emily Mortimer), que ama ler e decide seguir o seu sonho e a esposa rica de um militar Violet Gamard (Patricia Clarkson), uma socialite filantropa, que acaba convidando Florence para uma festa em sua residência, ao saber que esta iria abrir uma livraria na cidade.
Durante todo o filme podemos ver as armadilhas de Violet e a bondade de Florence. O bem contra o mal, a eterna luta. É algo muito e cotidiano. Infelizmente, existem muitas Violets atravancando caminhos e arrebatando coisas que não lhe pertencem maquiavelicamente, só por maldade e inveja porque querem algo que naturalmente jamais teriam. A Old House estava abandonada há anos, mas Violet, só agora, a queria. Ela era tão poderosa, que em um ano, conseguiu que uma lei de patrimônio histórico fosse aprovada para despejar Florence de sua própria casa, que era antiga, porém, não tinha valor histórico.
Ao final do filme, a mensagem é clara: o bem nem sempre vence o mal, mas as pessoas invejosas jamais poderão nos roubar o amor verdadeiro por aquilo que fazemos, a bondade e os nossos sonhos.
Para assistir o trailer legendado, clique aqui.



Esta publicação faz parte do projeto Sonhando Entre Linhas, visite a página do facebook clicando aqui. 
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Olá, queridos leitores!


Hoje teremos uma pontadinha de nostalgia aqui no blog. Venham conferir as resenhas que eu e a minha querida parceira Anne trouxemos para vocês!


Princesa Mononoke

A história passa-se no Japão Feudal, onde Ashitaka vive, na Vila de Emishi. Uma pequena vila rural, que busca manter o contato com a natureza.
Logo no início da história, essa vila é atacada por um imenso javali possuído por um espírito maligno, chamado Tatari Gami - ou “Deus da Maldição”.O javali gigante, descobre ser uma espécie de deus-protetor da floresta, que foi ferido por uma bala disparada por uma arma de fogo. Durante o embate com o deus-javali, Ashitaka acaba ficando com um ferimento no braço, o que os anciãos dizem ser uma maldição. Então, o protagonista é exilado da vila e vai à procura do autor do disparo.
Durante a jornada, Ashitaka percebe que o ferimento acaba lhe concedendo uma habilidade especial: os seus disparos com o arco e flecha são mortais, podendo decepar cabeças e braços. Mais tarde, ele descobre uma imensa fortaleza contendo pessoas que produzem armas de fogo. Estes são liderados por Eboshi, uma mulher obcecada em acabar com os espíritos da floresta que atrapalham o desenvolvimento de sua cidade. Eboshi, precisa lidar com os enviados do Imperador que vendo a fraqueza da vila após os repetidos combates contra os espíritos da floresta, desejam toma-la. No meio disso tudo, está uma menina que foi criada por lobos gigantes da floresta que Eboshi chama de Princesa Mononoke (San).
A mensagem passada na animação é bem pessimista. Mesmo após Ashitaka ter se entendido com San e a cidade ter sofrido toda a devastação, não vemos um "final feliz". Sim, o Andarilho das Sombras acaba reconstruindo a floresta, mas como San refere ao fim da animação, esta é uma floresta não mais guardada pelos espíritos. Ela foi tão poluída pelos homens, que perdeu o seu brilho antigo. Os deuses antigos se retiram e partem para outro lugar. É mais ou menos como o final de Pom Poko onde estes precisam se ajustar às novas condições, mesmo que estas sejam indignas. Os homens tentam sem sucesso viver harmoniosamente com a floresta. A opinião dos espíritos-macaco é verdadeira: se os espíritos não retirassem os homens da equação, eles é quem teriam que sair. E foi isso o que aconteceu!


Nome Original: Mononoke Hime
Nome no Brasil: Princesa Mononoke
Ano de lançamento: 1997
Produção: Studio Ghibli
Direção: Hayao Miyazaki
Outras informações: VHS Dublado nos anos 1990, lançamento em DVD e Bluray pela Livraria Cultura e Versátil.
Link do trailer oficial: https://www.youtube.com/watch?v=4OiMOHRDs14

Anne:


Jumanji.  

Bem vindo à selva. 

Quando o filme Jumanji foi lançado em 1995, muita coisa era diferente. As crianças ainda gostavam de jogos de tabuleiro, não eram tão dependentes do mundo virtual e videogames estavam começando a ficar mais interessantes com a chegada do Playstation. Eu, particularmente, amo jogos de tabuleiros, eu acredito que isso tenha tirado a essência do Jumanji, enfim, segue o baile. 

A história dessa vez conta a trama de quatro adolescentes, um mais estereotipado que o outro. Temos o nerd, a patricinha, o esportista e a desengonçada. Esses jovens vão para detenção e lá vão ter que limpar o porão da escola. É onde encontram um misterioso vídeo game antigo chamado Jumanji, então os quatro resolvem dar "play" e acabam sendo transportados para o universo do jogo assumindo a forma dos avatares que escolheram para jogar.


Só pela sinopse vimos que o filme utiliza de velhos clichês para fazer humor e funciona muito bem graças ao elenco. The Rock interpreta o nerd inseguro e está se divertindo muito nisso; Jack Black como uma patricinha metida arranca várias risadas; Kevin Hart está atuando como o Kevin Hart, ou seja engraçado e exagerado. Keren Gillan, conhecida pela Nebulosa em Guardiões da Galáxia. Ela é a que mais faz os maneirismos de uma adolescente tímida e reclusa.

Eu achei que o filme teve humor de sobra, foi o que o tornou o filme mais interessante, gostei muito, embora não tenha o mesmo brilho de seu antecessor, que tinha muito mais desafios, tem um elenco dedicado ao humor leve. Consegue agradar tantos os pequenos, quanto os barbados que vão ao cinema esperando aquela pontinha de nostalgia. Espero que tenham gostado do post de hoje, comentem, compartilhem e até a próxima.




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Quem escreve?

Oi, eu sou a Jéssica, tenho 27 anos, sou graduanda em Língua Portuguesa e Literatura, graduanda em Medicina Veterinária, apaixonada por livros e filmes, escorpiana, gaúcha, gremista e mãe de um lindo menino.





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